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Um conto de amor entre amigos

Eu tinha 17 anos, ele tinha 19. Estudávamos na mesma faculdade, estagiávamos no mesmo lugar em turnos diferentes. Em uma festa dessas para reunir todos, foi quando nos olhamos de forma diferente pela primeira vez. Eu, uma novata na vida da boemia, ele, um bon vivant de estirpe e garbo. Eu, quase uma menina, ele, um cordeiro em pele de lobo.

Cheguei na festa com a inocência de quem iria sobreviver. Cheguei na festa e nem imagina o que iria beber. Tomei um tal de suco gummy, fiquei mole e arretada, o forró tocava e eu cada vez mais a me soltar. Ele me pegou pela mão, me chamou pra dançar. O que era para ser forró, em nosso corpo, em nossas pernas, em nosso bate-coxa, virou lambada. Meus olhos tonteavam pela varanda e fui arrastada para a rua de paralelepípedos. Encostei no carro, apoiei o calcanhar entre duas pedras da rua e me apoiei com o olhar pequeno e difuso dominado pelo álcool.

Ele me beijou. Eu perdi o chão. Melhor beijo que já havia provado. Melhor beijo da minha história. Melhor encaixe de lábios e respiração. Nos beijamos por segundos, minutos, horas… Nos beijamos, nos tocamos… Eu não estava bem, precisava descansar, mesmo assim o desejava como quem busca o ar em momentos de sufoco.

Ele vendo meu desnorteio me levou ao seu quarto. Fui oferecida, periguete, danei de fazer confete e ele pedindo pra ligar pra minha mãe. Na minha cabeça ele não queria. Até hoje ele diz que eu penso demais. É verdade. Até que eu dormi.

Já na madrugada ele me acorda. Sem saber se estava sonhando ou acordada e ainda entorpecida com nosso beijo, resolvi voltar a roçar minhas pernas no seu corpo, a jogar meus lábios sobre os seus. Mais uma vez ele pede para eu ligar pra minha mãe e avisar que irei dormir ali. Nessa hora tive certeza que seria dele, a qualquer momento, a qualquer hora depois da ligação. Falei com minha mãe e mais uma vez me ofereci. Fui deixada ali. Ele voltou com um pijama da irmã, uma toalha e me levou ao banheiro em frente ao seu quarto. Pronto! Seria ali, no banho, com a água escorrendo pelo nosso corpo e aos poucos me curando do álcool e do meu estado descomunal.

Mais uma vez fui surpreendida, ele encostou a porta e me deixou sozinha ali. Tomei banho ainda na esperança de tê-lo depois do banho. Repetindo pra mim mesma que ele só me queria cheirosa e recomposta pra ele. Saio do banho, coloco o pijama, saio do banheiro, coloco a mão na maçaneta da porta e descubro que ele se trancou no quarto. Sozinho. Sem mim.

Não tinha condições de pensar! Fui ao quarto do lado, me joguei numa cama de solteiro que estava ali e dormi. Acordo com o raiar do dia a despontar pela janela aberta. Troco a roupa e mais uma vez vou sondar se ele estava acordado ou a porta destrancada. Nada! De repente me aparece a mãe e a irmã dele e me convidam para tomar café. O constrangimento me dominava nessa hora.

Como menina agi. Menti a todos que não lembrava do que havia ocorrido. Estava constrangida e naquela época não sabia lidar com o constrangimento. E óbvio que ele ficou com raiva de mim.

Passados um mês, saímos novamente com o mesmo grupo, o nosso grupo, para o bar mais próximo. Bebemos e bebemos. Até que uma hora estávamos um ao lado do outro pegando uma garrafa de cerveja no balcão com um amigo em comum. Ele abre a cerveja, me pega pelo braço, me joga na coluna que dividia a frente do bar e nosso amigo sai com a garrafa na mão olhando pra gente se agarrando durante tempos e tempos e sem conseguir se desgrudar ou se soltar um minuto sequer.

Foi assim durante todo nosso período de estágio.

Depois disso, a vida… Ou seria o destino? Resolveu nos separar.

{Música de tempo passando}

Nos reencontramos pela internet e descobrimos a coincidência mais absurda. Estávamos morando na mesma rua. Marcamos de nos ver em um shopping simples do bairro. Assistimos um filme de terror (muito ruim por sinal) e paramos para beber algo no “Tio Frank”. Pior primeiro encontro. Melhor companhia.

A partir daí começamos a sair várias vezes. Geralmente ele aparecia as 2 da madrugada ou ligava e ficávamos horas debatendo as nossas teorias da vida. Eu falava, sempre falei muito, ele ouvia e pedia para eu falar mais enquanto jogava sua gargalhada para ecoar.

Depois de três meses, completamente entorpecida pela companhia, amizade e um desejo descomunal (sempre potencializado por aquele beijo), resolvemos ir mais além.

Infelizmente parecia que alguma coisa conspirava quando tentávamos transar. A primeira, quebramos minha cama, ele suava como louco pela minha falta de ar condicionado e o computador colado na cama atrapalhava mais do que ajudava tocando a playlist que eu havia montado. Restou-nos desistir de tentar.

Na segunda resolvemos ir para casa dele, “ver um filme” e eu pró-ativa resolvi pegar um DVD na minha casa para ajudar. Mas a insanidade de mudar os DVDs de capa gerou a gafe da noite. O filme que levei foi “A paixão de Cristo”. Terminou os dois chorando compulsivamente no fim da noite.

As histórias são tão bizarras que quem ouve acha difícil ter se transformado em um caso de amor. Algumas vezes ele acordava com meu ronco, algumas vezes eu acordava com o dele. Algumas vezes dormíamos chapados. Algumas vezes rolavam gafes sobrenaturais proibidas para sempre publicadas assim, para quem quiser ler.

Uma sequência de desastres sexuais que aconteceram durante os dois anos que saímos, brigamos, brincamos e nos desejamos.

Até o dia que eu desisti do nosso amor. As lágrimas que corriam no meu rosto por mais uma gafe de descaso fez minha fila andar. Ele correu atrás. Ele se declarou. Era tarde demais.

Até hoje fazemos juras de saudade, do beijo, nesse amor que virou amizade – ou não. Nos falamos sempre, sempre que nos falamos sentimos saudade, sempre que nos falamos tenho vontade de escrever e de externar esse amor. Talvez essas juras sejam por saudade daquele tempo, ou por saudade do beijo sem igual para ambos, ou por saudosismo puro e simples.

Se o destino será nosso amigo? Se ainda temos a mesma química no beijo? Se um dia ficaremos juntos? Não importa os “se”. O que importa é que tenho uma história de amor pra contar. Uma história de amor bem longe dos contos de fadas tradicionais, afinal nós nunca fomos tradicionais mesmo…

Como ganhar dinheiro com redes sociais?

Quem nunca se fez essa pergunta? Hoje mesmo, sentada a mesa de trabalho, fui questionada sobre isso. O ser tem um perfil com 41 mil seguidores, o outro tem um perfil com 200 mil e não sabem como transformar isso em dinheiro.

Não sou milagreira, não ganho dinheiro publicando nas redes sociais – vamos ser sinceros, não sou tão criativa pra conseguir isso – mas o que tenho de melhor é ver as redes sociais como negócio. Enxergo a rede social como dinheiro e como potencializar ela ao máximo. Ganho dinheiro montando estratégias em agência de publicidade para os clientes potencializarem ao máximo suas redes.

Então vou dar algumas dicas para quem quer ganhar dinheiro com esse treco de redes sociais:

1. Gere conteúdo, seja diferente e se torne relevante com a sua criatividade – meu amigo, se você não bombar suas redes com a sua criatividade, esqueça, você é como eu (não serve pra ganhar dinheiro com geração de conteúdo) e nem precisa ler as próximas dicas.

2. Entenda que a rede é dividida em número de seguidores, leitores e fãs e engajamento – não adianta nada ter milhares e milhões te seguindo no twitter se você não tem um bom engajamento. (engajamento leia-se: perfis que interagem com você – seja curtindo, comentando, retwittando…)

Para iniciantes >> Como calcular o engajamento no twitter e no facebook?

Sabe fazer regra de três então saberá calcular o engajamento.

Para o facebook é bem fácil… Pegue aquele número doido de “Pessoas falando sobre isso” e faça uma regra de três com o número de fãs da sua página. Lembre-se sempre que o número de fãs seria o equivalente a 100% de engajamento. Ex.: Se você tem 10 mil fãs e mil pessoas falando seu engajamento será de 10%.

Importante: Lembrar que o número de pessoas falando sobre no Facebook é alterado semanalmente, se você quer tirar uma média mensal é necessário fazer isso durante todas as semana do mês e tirar a média. Outro detalhe importante é que, com base na minha experiência, a média de engajamento no Facebook é de 5% (existem variações dependendo da sua categoria, melhor forma de analisar é comparando com a concorrência ou canais similares ao seu). Se o seu está abaixo disso, tente elevar.

No Twitter é um pouquinho mais complicado e existe uma margem de erro um pouco maior, mas mesmo assim funciona que é uma beleza. Existe uma ferramenta chamada http://klout.com. A maioria das pessoas a utiliza para verificar seu índice, seu número de leitores reais, eu atualmente vejo a ferramenta de outra forma. Entro na área da ferramenta que me fornece o número de “retweets” e “mentions” dos últimos 90 dias. Somo as duas e divido por 3 para ter a percepção mensal. Depois é só partir para a mesma mecânica do Facebook. Regrinha de três desse número com o número de seguidores do seu perfil. No Twitter a média de engajamento é de 10% (mas sempre pense na categoria que está inserido).

Para facilitar ainda mais vou dar um exemplo de como ficam as regras de três:

Facebook: “Número de fãs da página” . X = “Número de pessoas falando sobre”. 100 (porcentagem máxima a ser alcançada no engajamento).
Twitter: “Número de seguidores”.X = {[(retweets+mentions - que você vê no klout.com)/3].100}

Ps.: Depois de calcular o seu, pense em seus concorrentes e calcule o deles também… Uma tabela com gráficos atualizados semanalmente sempre são boas dicas.

3. Pense em redes sociais como qualquer negócio e monte esse plano como objetivo - onde quer chegar? Quais são seus concorrentes? Quais empresas se interessariam sobre o que você fala? Somente trabalharei essa rede? Se trabalhar as outras redes, como vou trabalhá-las para se complementar? (Storytelling, conteúdos diferentes com mesmo tema, vou falar a mesma coisa de forma diferente…). E por aí vai…

4. Se você já tem um ótimo número de impacto e de engajamento, chegou a hora de você se vender – crie seu mídia kit, que nada mais é do que apresentar o que você pode fornecer as empresas e clientes, quem é o seu público e quanto cobra. Depois é só enviar pra freelancers, agências digitais…

5. Crie network – vá em eventos da “xoxo mídia”, não fale mal dela e seja amigo de todos. Você só pode falar mal da “xoxo mídia” quando for top of mind da “xoxo” e acabará sendo o mais novo hipster da bagaça.

Qual a sua missão, sua visão e seus valores?

Sexta tive um treinamento no trabalho que fez eu repensar minha vida. A maioria das pessoas provavelmente está acostumada a lidar com a missão, a visão e os valores da empresa que trabalha ou almeja trabalhar. Mas quais seriam esses mesmos pilares em nossa vida, na pessoa física, no Eu.

O pilar mais fácil de descobrir foram meus valores. É mais fácil quando já nos conhecemos e temos a personalidade semi-formada (eu digo semi, pois por mais que tenhamos a idade que for, sempre temos que buscar aperfeiçoamento).

Vamos a etapa mais fácil, vamos a quais são meus valores. Quero alcançar minha missão de vida, trabalhando com internet mas inspirada pela música, com integridade, com amigos verdadeiros, com sinceridade sempre, confiança, fazendo sempre o melhor e com toda a minha personalidade forte traduzida em criatividade e autenticidade.

Aí me deparei com a dupla visão e missão. E travei…

Qual a minha missão nessa vida? O que quero ter realizado quando chegar aos 100 anos? Quero ser um Oscar Niemeyer, quero realizar feitos incríveis como Santos Dumont e dar asas a minha imaginação, quero ser “Ryca” como Mark Zuckerberg? Impressionantemente e apesar de muito conectada a minha vida profissional, nada disso condizia com o que imaginava pra mim como missão.

Até que um estalo fez tudo mudar. Estava ouvindo Jazz, sentada na praça do Largo do Machado e percebi o que quero como missão. Quero ter filhos que me amem, que brinquem comigo e tenham orgulho de quem é a mãe deles. Quero inspirá-los com as coisas que gosto (como o jazz) e levar a eles a minha imaginação fértil para cada melodia que a vida me proporciona, quero ter a qualidade de vida de dividir tudo o que acredito passada e transformada pelo olhar de uma outra pessoinha a quem entreguei meu amor e meu cuidado… Quero olhar pra trás e ter certeza que amei. E amei. E amei! E dei meu coração para perpetuar e semear o amor em outros corações.

Eu quero ser uma gênia para meus filhos, para a minha casa, para os que eu amo. Eu quero ser rica em amor.

É engraçado descobrir isso do nada, numa praça vendo crianças brincarem, seus pais olhando e elas tentando subir o escorregador ao contrário. É engraçado pensar que seu sonho de uma família, que você pensou que não existia mais, nunca mudou dentro de você. Realmente a Missão é muito mais difícil de mudar…

Aí, quando descobri minha missão a visão foi fácil… Como conseguir isso?

Primeiro preciso voltar a amar. Ou melhor. Tenho que me permitir amar novamente. Com alguém que seria meu companheiro, que compartilhe e compreenda minha missão e seja co-participante disso, revezando o comando do barco e revezando o direcionar das velas, quando um ou outro estiver se sentindo mais forte ou mais fraco.

O onde é a única questão que ainda é cedo para tentar descobrir… Ainda é uma incógnita que eu permito entregar ao destino decidir a hora em que poderei responder essa minha pergunta.

E qual a sua missão, visão e valores?

Timeline profissional – um retrospecto com agradecimentos

Um dos princípios aprendidos em uma família cristã é dar “honras a quem tem honra”. E hoje foi muito forte a necessidade de fazer isso, por olhar para a tela do computador e perceber minha evolução.

ONDE TUDO COMEÇOU

Para quem não sabe, minha incursão nesse mundo da publicidade digital começou a muito tempo atrás, no Lancenet. Lisandra Maioli e Jaqueline Pedreira incentivaram essa característica minha de querer sempre aprender. Foram me dados livros, sites e principalmente uma oportunidade para aprender mais sobre aquele treco novo chamado de Web 2.0.

Dessa oportunidade, a vida me levou para ser uma das primeira produtoras do Bloglog, e a garra da Alê Soares, as pergunta técnicas do programador Ziggy, me incentivaram a entender ainda mais essas particularidades de como montar um site. Ansiosa por não ficar para trás, me via com um bloquinho anotando as palavras “escalafobéticas que me apresentavam”, e que – admito – não entendia. Desse bloquinho saíram telefonemas e o desejo por fazer um curso caríssimo no Infnet. Aprendi PHP, Javascript, XHTML… Agora poderia discutir de igual pra igual com o programador. E de uma mera produtora, saiu uma pessoa que entendia de programação e de alguns termos do mundo publicitário. Ainda não muitos… É verdade.

DE GIRINO A SAPO

De repente, por um lapso de criatividade, consegui minha oportunidade para adentrar no mundo de Redes sociais, que no Rio era praticamente inexistente. Comecei na tão sonhada agência digital da época. Comecei na Frog. E modéstia parte, tenho orgulho de ter ido pra lá. Aprendi mais do que muita gente poderia aprender sobre redes sociais, aprendi com os mestres… Cassano virou exemplo do que eu gostaria de ser quando crescer. A inteligência dele, a criatividade e o conhecimento, me davam sede de ler e querer saber mais e mais. Não bastasse isso, me presentearam com o conhecimento de SEO do Sérgio Keller e com os ensinamentos de métricas daquele que pra mim ainda é o maior analista de monitoramento que conheci, o Skrol. Nem ele mesmo é capaz de saber o quanto foi importante nessa minha escalada.

CHEGANDO A COORDENADORA

Depois de um tempo fui convidada para coordenar uma campanha política para as redes sociais. Vou contar um segredo para vocês… Da mesma forma como meus ex-chefes não achavam que eu era capaz de coordenar algo, eu também me achava incapaz. Mas foi aí que conheci minha coordenadora Heloísa. Ela me ensinou como melhor aproveitar as ferramentas gratuitas que a internet nos fornecem, me ensinou como organizar minha agenda, me ensinou a pensar processos, a dar ordem ao mundo caótico dos digitais. Nesse mundo a gente pensa que não precisa de prazo, não tem regra, não tem desgaste, não tem plantão… Com ela entendi que não existe isso de mundo digital e nem mundo online. Que processos são fruto de profissionalismo. É preciso sempre se preocupar com organização e saber onde e como se organizar.

OS TEMPOS DE MICROWAVE E DE REPENSADORA

Pra quem já tinha aprendido tanto, não pensei que Deus seria tão generoso de me ensinar mais e mais a cada ano… Mas foi exatamente isso que Ele fez. Já na Microwave, fui presenteada com a Manu como chefe, com ela aprendi a assumir a responsabilidade da minha equipe, a ser menos centralizadora, a ter meus “subordinados” como colaboradores e amigos. Aprendi a separar o profissional do pessoal, coisa que com meu temperamento passional foi um árduo trabalho de apoio, amizade e liderança… Demorou mas tenho orgulho de ter aprendido com ela essa importante lição.

Fiquei sem a Manu de um dia pro outro. Tive que aprender a lidar com os jogos profissionais que de vez em quando você fica no meio. Aprendi a ficar quieta e não me deixar queimar… A ser, quando necessário, diplomática. O que pra mim era bem complicado dado a minha transparência. Mas desse aprendizado consegui entender o que faz do marketing direto tão importante aos clientes. Os números entraram na minha vida assim. Nunca imaginei ver relatórios de redes sociais tão consistentes como vi na Repense. Os ensinamentos do Vitor e da Vivian e nossos debates sobre como apresentar um relatório de ativação me ensinaram a como é importante provar e entender os números que são apresentados. Hoje, olhando pra trás, isso foi fundamental para a função que exerço. Além dos números, aprendi o valor de um bom relacionamento interpessoal e que é possível de um trabalho sair uma família. Da Repense, ganhei amigos que vou levar comigo pra vida toda, que até hoje fazem falta no meu dia-a-dia.

CHEGANDO NA ARTPLAN

E agora estou eu aqui, na Artplan, aprendendo mais a cada dia. Com diálogo e abertura do meu setor em querer aprender sobre digital. Meu desejo por evoluir em montar um planejamento bem executado. Tudo isso tem feito com que eu veja minhas estratégias e análises evoluírem gradualmente, apresentação por apresentação, ali mesmo, diante dos meus olhos. A paciência do Marco, da Gabi, do Yugo e do Ricardo ao apontarem minhas falhas, onde estou me perdendo e o que faz com que tudo fique mais redondo e acessível ao cliente, tem aparecido de forma consistente, a cada apresentação.

Ao mesmo tempo, estou tendo que corrigir um defeito que aprendi nas agências digitais… Estou tendo que aprender os limites da minha função. Até onde o planejamento termina e onde a criação e a mídia tem o seu papel. Isso é um dos maiores desafios pra quem tinha que se virar nos 30, como eu. Fora isso, ainda tem os toques de postura, tom de voz, como organizar a agenda com cooperação dos seus chefes e não mais sozinha como sempre, como se tornar mais didática e compreensível para quem não entende o digital… Ufa! Muita coisa.

Admito que quando vim pra cá tinha um receio de não aprender, de cair na mesmice ou de não ser respeitada por ser do digital. Pensei, e me falaram, que poderia virar uma mera tradutora do digital para os publicitários “offline”. Mas não foi nada disso que aconteceu… Hoje em dia, estou tendo que segurar minha empolgação… Nunca fui tão bem acolhida e cuidada como tenho sido. Nunca senti tanta admiração por pessoas “offline”, como tenho sentido. Por mais que sejam “offline”, vejo sempre o quanto ainda tenho a aprender com eles. O quanto sou crua em muitas coisas quando comparada a eles. O quanto preciso entender e evoluir.

Sim! Estou feliz e realizada. Esse é o maior presente profissional que alguém pode ter… E que venham mais e mais aprendizados.

Ah! O amor…

O que é o amor? Já li milhares de poesias, já vi milhares de comédias românticas, já tentei definir por mim mesma ou pelos relacionamentos dos outros, mas sinceramente nunca tinha entendido. Até ficar enjoada ontem…

Ontem eu aprendi a voar. Entendi finalmente o que é voar na imaginação e deixar os pensamentos livres de qualquer querer, curtindo o momento. Sem bebidas, sem cigarros, sem risadas… Só o vento. Meu cabelo estava cuidadosamente preso… Dois elásticos no decorrer do rabo de cavalo e a calma a me guiar. Dois quilômetros tinham se passado, quase três na verdade… Eu resolvi caminhar. Caminhei e encontrei uma noiva com o véu a esvoaçar no sentido do vento. Parei minha música, preparei a câmera e tirei uma foto… Ela me sorriu, fez um pose e eu disse com todo o carinho do meu coração: “Parabéns!”. Ela me sorriu novamente, agradeceu e eu continuei andando.

Depois da noiva me passou, pelo outro lado, uma limousine roxa (ou aquilo era rosa?), com luzes neon roxas (essas eu tenho certeza que eram roxas) e duas mulheres com a cabeça a despontar pelo buraco no teto daquele carro enorme. Sorri com calma e apreciei aquela curiosa cena. Não é sempre que vemos uma limousine com luzes neon roxas e mulheres saindo do teto.

Na hora não entendi o que era. Tinha uma paz no ar e uma vontade louca de comer chocolate.

Cheguei e percebi que estava enjoada… Meu estômago que raramente rejeita uma comida, estava enjoado só de pensar em ingerir qualquer coisa. Deliciosa ou não. Mesmo os chocolates que comprei na banca, sequer os abri. E percebi… Me senti amada demais, cuidada, acariciada, saciada de amor.

O amor me tira a fome… Quem diria. Depois disso a coisa continuou, comi só por amor, e essa comida também tinha o cuidado e o sabor do amor. Pra onde olhava, em tudo que eu pensava, só via, só sentia, só percebia amor.

Acho que ainda não sou capaz de explicar o amor, mas sei dizer quando a gente sabe que está amando. Aparecem luzes neon e roxas no seu estômago que você só quer agradecer a todos aqueles que passam por você desejando parabéns e nenhum chocolate do mundo chega perto desse sentimento. Ah! O amor…

Próxima jogada

Muitas pessoas perguntam quando o encanto se acaba. O encanto se acaba com uma palavra ou com uma palavra não dita. O encanto se acaba quando nada mais há pra se dizer, quando nada mais faz sentindo ou não sentimos mais nada que convenha a se dizer. Quando a curiosidade de quem é e o que pode se tornar ou ser no futuro não passa mais nada. O encanto pode se acabar quando descobrimos o medo de contar algo ou no medo de não termos mais aquela projeção feita.

Encanto e desencanto. Isso transforma o que poderia ser paixão em medo e medo no que, talvez, quem sabe, poderia ser um algo mais, para além do tudo ou nada. As crises de um relacionamento, seja entre amigos, ficantes, namorados ou até marido e mulher, são ditos pelo olhar e pela falta das palavras, ou por falar mais do que possa assumir, ou do falar o que ao outro pode ferir, mas sem imaginar que feriu o outro. E esse outro que não contou seus medos e seus anseios, se deixa ferir. E nisso abrimos feridas incuráveis. Sabotamos aquilo que um dia poderia, quem sabe, ser algo legal.

Todo relacionamento é andar por entre um abismo que somente o jogar aberto pode mudar.

Lembro de um namoradinho que tive onde ele dizia que me amava e no momento seguinte dizia que não me amava mais. Essa inconstância fez com que eu deixasse de amá-lo, de acreditar no seu amor. Lembro de um outro caso, também nada recente, onde deixei de amá-lo pois estava sempre disponível a ele enquanto da parte dele tinha que me contentar com migalhas, até o dia que ele me deu a palavra de sua presença em um open house na minha nova casa e sua falta gerou mais um “clique” pra deixar de querer ele perto de mim. Eu sou assim. Eu tento, eu luto… Eu canso. Enquanto ainda há esperança dentro de mim, vou tentando… Quando não dá mais pra mim eu pulo fora do barco, sem salva vidas, sem nada… Só sigo em frente.

Os dois descobriram que me amavam depois de eu pular fora. Coincidência ou não, aconteceu.

Lembro, como se fosse hoje, do dia que deixei de acreditar no meu casamento. Aquela vida que vivíamos era desesperadora pra mim. Sentia cada dia menos vontade de estar com meu amor e mais fugindo da realidade na internet. O que ele falava mal de mim, muitos outros caras viam a beleza que havia em mim… E eu, como humana, me sentia tentada a dar vazão a aquelas palavras soltas no msn, no gtalk ou nas mensagens privadas do twitter. Até que teve um dia que percebi que se eu e meu amor não resolvessemos nossos problemas na cama, nada seria igual pra mim. Tentei excitá-lo, tentei encantá-lo, me produzi e tentei fazer tudo do jeito que ele gostava… Lembro das suas palavras como se fosse hoje: “como posso ter desejo por uma gorda como você?”. Depois dessa frase, nunca mais consegui ter desejo por ele, mas minha índole também não me permitia trai-lo. Apesar de completamente fiel, bastava somente um estopim para todo o casamento terminar… Esse estopim veio um ano depois.

Depois desse dia passei a viver cada dia pelo meu desejo. Meu casamento com meu trabalho nunca termina pois tenho desejo cada dia mais por ele. Tenho cada dia cuidado mais de mim, pois tenho tido desejo por mim – não um narcisismo barato – mas um desejo de aprender cada dia mais quem sou e como funciono e sempre descubro algo novo que não conhecia.

Esse blog é quase uma realização desse desejo projetado para quem quiser ler. Minha vida é um blog aberto, sem edições. Para muitos acabo me expondo demais. Mas o que posso fazer se me descubro ainda mais vendo a reação das pessoas em relação as minhas palavras e pensamentos? Ninguém é dono da verdade, eu tenho minhas teorias, abri-las para o mundo só me faz questionar ainda mais se tenho vergonha ou se tenho orgulho das minhas teorias e de quem sou.

Acho que descobri… Antes eu não sabia o que queria e nem o que não queria. Hoje sei o que não quero… Não quero alguém que seja como aquele meu namoradinho que não sabia o que sentia por mim, não quero alguém como meu outro casinho que era somente “o venha nós e o vosso reino nada”, não quero alguém que possa correr o risco de um dia mexer com minha estima como meu ex-marido fez.

Não sei se quero alguém. Na verdade ainda não descobri o que quero… Acho que isso ainda demorará um tempo para eu descobrir. Mas isso não importa. Como também não me importa me expôr, desde que essa exposição me ajude ou ajude alguém a evoluir ou pensar nas suas próximas jogadas. As vezes penso na vida como uma longa e árdua partida de xadrez com um mestre lhe ensinando pelos seus erros quais são as melhores jogadas. No final você saberá com certeza como não quer jogar. E não como quer jogar.

De favelada a patricinha

Dia desses conversava com o Ninho e ele falou: “Admiro muito o quanto você evoluiu”. O Ninho me conhece a 13 anos, viu toda a minha trajetória de saquaremense vindo para a cidade grande, de moradora da favela da Gardênia Azul até patricinha moradora de frente para o mar da Barra.

Dia desses saí com o grupo que me conheceu recentemente e descobri que todos eles me veem como uma patricinha. Brinquei com a realidade… Não queria que ficassem dizendo que eu era uma “playboyzinha” do Rio, mas ao mesmo tempo não queria que soubessem meu passado. Como desmanchar aquela imagem de patricinha e contar que morei na Gardênia, que muitas vezes não tinha dinheiro nem para comer e contava minhas moedas para comprar um cachorro-quente de um real e cinquenta centavos que seria minha única refeição das últimas 24 horas.

Como cheguei a isso? Por causa de um ventilador que quebrou sozinho e pensavam que era uma retaliação minha, um protesto, uma atitude de raiva que nunca aconteceu. Admito que sempre tive uma personalidade muito forte, sempre odiei ser contrariada sem que me fornecessem uma justificativa plausível, mas isso nunca me fez querer me vingar. Vingança com certeza não é, nem de perto, um dos meus maiores pecados capitais. Talvez a gula e a luxúria… Mas isso vai para um outro post, uma outra reflexão.

É claro que a gente se acostumada com o luxo, se adapta a vida de dinheiro, se adapta a morar bem; mas os melhores aprendizados que tive na minha vida vieram da época que morei na Gardênia Azul.

Foi lá que desafiei meu medo de barata, foi lá que aprendi a passar, lavar e cozinhar, foi lá que me apaixonei perdidamente por alguém e aprendi que amar é deixar a pessoa livre para que ela – se for amor de verdade – venha atrás de você. Foi lá que descobri com quem contar. É impressionante como a pobreza mostra o caráter real daqueles que estão do seu lado.

Nunca vou esquecer o dia que o Ninho foi ao meu cantinho na Gardênia. A cama era de solteiro. As roupas ficavam arrumadinhas em cima de caixas de papelão. Um computador velhinho colado na cama e uma televisão que funcionava com o gato net clássico de qualquer favela. Sem ar condicionado, Ninho derretia quando foi me visitar. O que era pra ser uma noite romântica virou uma das muitas noites cômicas que relembramos até hoje. Nem meu Barry White, Marvin Gaye ou Ella Fitzgerald transformaram aquele calor córporeo em desejo.

Pode ser que minha lembrança seja errada, mas via um pouco de pena nos olhos do Ninho toda vez que vinha me buscar em casa ou me visitar. Mas eu sempre tive muito orgulho daquele cantinho. Era meu primeiro cantinho… Era meu primeiro desafio da vida adulta. Tinha orgulho de ser mais que um ser humano, ser uma sobrevivente.

Hoje pensando muito, percebo o quanto ser chamada de patricinha me incomoda. É verdade que eu passo um pouco essa imagem hoje… Mas o que me incomoda nessa palavra, é que patricinha passa uma imagem de alguém que nunca teve que correr atrás, nunca teve que se virar, nunca teve que lutar por aquilo que acha certo… Uma patricinha jamais conseguiria ser feliz morando durante um ano e meio na favela da Gardênia. E eu fui feliz. Muito feliz… E apaixonada!

Hoje tenho uma vida de um pseudo luxo, mas não quero me apaixonar… Quem diria. Evoluí aos olhos dos outros, me impeço de ser feliz aos meus olhos. Um dia quem sabe, eu volto a morar na Gardênia sabendo o quanto posso amar ali.

Desejo proibido

Sabe aquela pessoa que você não pode sentir tesão, que não é seu amigo, não é seu colega mas você olha pra pessoa e só fica imaginando ele te pegando pelo braço e te dando um… “Vem cá minha nêga”?

Eu como tantas as mulheres tenho alguns caras assim.

Dei de cara com ele no meu primeiro dia e pensei: “Meu número”.

Não é unanimidade. Acho que poucas mulheres o olhariam assim, mas foi pele desde o momento que meu olho bateu nele. Confesso que o visual dele, o estilo de andar, de olhar, é muito o padrão que me atrai… Cabelo preto liso, bagunçado, roupinha arrumadinha mas sem ser maurinho, jeito de quem não liga pra nada, não tá nem aí com a hora do Brasil. Pronto! Hiperventilei!

Tem quase 2 meses que bati o olho nele. Tem quase uma semana que descobri que ele não seria meu.

Ele é casado.

Tenho uma regra minha. Não imponho ela a ninguém. Só que coloco em prática na maioria das vezes.

Não adianta… Não saio com homens comprometidos. Não faço com as outras o que não gostaria que fizessem comigo, se eu estivesse em um relacionamento fiel.

Muita gente diz que não faria com os outros o que não gostaria que fizessem com elas, mas na hora que o tesão pinta tem que ter muita força de vontade para colocar isso em prática.

Eu sempre tento colocar isso em prática. Raramente fujo essa regra. Diria que essa é a minha “Regra de Ouro”.

No mais… Agora fantasio. Me deixo fantasiar. Me deixo sentir. Me deixo querer. Sem nunca falar pra ele ou demostrar que eu morro de tesão mas não vou ceder.

Um conto. Uma parte.

Fiz esse texto enquanto ouvia “Todo amor que houver nessa vida”… Ainda não está finalizado… Quem sabe um dia eu termino, quem sabe um dia coloco em prática, quem sabe…

Mas leia ouvindo essa música em repeat.

Meus lábios tocando os seus. Um choque com paladar da cerveja, do álcool que nos consome. Um cheiro de libido no ar e eu jogada em seus braços, sendo carregada pelo seu toque no meu corpo virginal. Minha aura com toque de arrepio, sua mão jogada nos meus braços, descendo pela cintura. Uma risada de constrangimento. Uma risada de contentamento. Uma risada. Um sorriso.

Barry White no rádio, um desejo louco de pular, de gritar. Um grito preso na garganta. Um grito seco, um grito solto. Meu grito exteriorizando minha alegria e refletido em um sussurro no meu ouvido. Quase um segredo. Quase um gemido. Transpiro. Pego-te pelo colarinho, te empurro para o banheiro. Um chuveiro para acalmar os ânimos. A roupa. Dane-se a roupa, dane-se o vidro, dane-se o gelo da água… E a blusa branca colando no corpo e os cabelos escuros jogados por cima dos seios protegendo minha privacidade. A água a esquentar e um beijo no pescoço começa a arrepiar. Seu rosto encostado no meu ombro, minha cabeça a levemente arquear. Lábios novamente unidos e o fôlego a se perder no unir dos corpos molhados, do beijo demorado, da água a nos afogar.

Minha calça jeans começa a pesar e o toque da sua bermuda faz o barulho incomodar, mãos descem novamente pelo meu corpo. Um cinto no chão.

O botão da calça se abre e eu começo a ruborizar. Um misto de vergonha, timidez, novidade e desejo. Você percebe e se incomoda com sua roupa. Se afasta e tira a blusa olhando nos meus olhos, bem devagar. Fico sem reação, meu rosto abaixa levemente, meu olhar se eleva como quem quer e não quer olhar. Uma menina no corpo de mulher e uma gargalhada sua de quem percebe e me lê só pelas minhas reações.

Tudo lúcido mas levemente lento. Seus dedos desabotoam minha blusa e a deixam abertas com o sutiã amostra, branco, marcando o arrepio que foi levado aos meus seios. Me deixando levar, me deixando ser, me deixando vaguear. Seus lábios acompanham o escorrer da água e descem pelo meu colo, pela barriga… Mais arrepio, mais desejo e a vergonha a se esvair como a água a escorrer por nós.

A calça continua em seu lugar. Colada ao meu corpo, pesada, a me incomodar. Eu mesma coloco as mãos nas laterais e mexo calmamente meu quadril para um lado, para o outro lado, fazendo com que a calça se deixe levar pelos movimentos do quadril. Você segue meu ritmo e começa a tirar a bermuda, se desnudando no mesmo ritmo que eu… E os olhos passeando pelo corpo alheio e a curiosidade de dois adolescentes dilatando as pupilas a cada pedaço de pele desvendado. Mesmo com roupas o cheiro do shampoo permeia o ambiente. Montamos penteados com a espuma e rimos da nossa infantilidade presente.

As roupas ficam pelo box. Não estamos nus mas enquanto saímos do chuveiro olhamos pra trás e percebemos nossas blusas, minha calça e sua bermuda jogada no box. Falta-nos coragem para se desnudar de vez. Nos enrolamos em toalhas, corremos molhando todo o chão por onde passa e nos jogamos nos lençóis da cama mais próxima. Percebemos que agora o rádio toca uma nova melodia:  ”Eu quero a sorte de um amor tranqüilo, com sabor de fruta mordida…” e a risada fica silenciada pela letra e a voz grossa de Cássia Eller a tomar o ambiente. Nos olhamos, viramos os corpos de lado e ficamos um em frente ao outro. Me encolho com o frio que a água quente e o choque do ar condicionado me causaram.

Com uma mão você solta o encaixe da minha toalha. Aos poucos você vai chegando próximo, e mais próximo, e mais próximo sem tirar seus olhos do meu. E a mesma mão que soltava a toalha, solta o fecho da minha lingerie. Levanto o braço e passo os dedos deslizando a unha calmamente no seu braço a mostra. Arranco um arrepio e um chiado dos seus lábios, seguido de um fechar dos olhos de quem pede mais e pede… E pede.

Campanha: Una os amigos

Sábado fui comemorar o aniversário de uma grande amiga minha e a levei pro meio de outros amigos meus que ela não conhecia. Antes de comemorarmos, optei por encontrar uma das minhas irmãs de alma e as apresentei. Ambas já tinha ouvido muito eu falar uma da outra. Sim! Sou dessas.

No sábado ambas as amigas me lembraram de duas festas de aniversário imperdíveis que eu tenho que ir. Claro que acionei o telefone vermelho, os chats, o Gtalk, Bon jour e tudo mais para convidar pessoas que gostaria que fossem apresentados nestas outras panelas que permeiam minha vida.

Admito que sempre fiz isso involuntariamente, até uma dessas amigas de sábado comentar com a outra dizendo: “A Renata é assim, integra os amigos, apresenta e você já se sente íntimo da pessoa em pouco tempo.” Não tinha me atentado para essa característica minha, mas hoje, enquanto convidava algumas pessoas, percebi que realmente faço isso normalmente e constantemente.

Resolvi então montar uma lista dos 5 maiores benefícios em integrar os amigos para ver se assim você também se sente impelido a isso:

1. Quando você lembrar de um amigo e rasgar seda terá sempre alguém que o conhecerá e servirá de testemunha ocular da veracidade de sua frase.

2. Você não precisará se desdobrar em vários eventos para encontrar e comemorar os aniversários e datas importantes de todos os seus amigos.

3. Seus amigos pegarão suas amigas, o que pode levar a um namoro e no final você é sempre o cupido das relações e pode se tornar na madrinha do casamento. Festa!

4. Você entende todas as piadas internas pois é o centro de todas as conexões.

5. Você sempre estará rodeado por pessoas que confiam e sabem seu endereço se você der pt depois de tanta manguaça.

Por isso convoco, participe você também! Contribua! Apresente amigos e vamos criar uma corrente de amor.

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